| Terça-feira, Dezembro 02, 2003 |
como eu fui apanhado!
um poema célere não
é mais que um
amontoado
de poehmash
aquele
vão de escada onde a puta se deita
e onde eu fico à espera
à espera
à esperrrraa
puta de merda.
espero que ela esteja lá.
quando caiu das escadas sabia que o perderia. Puta de merda.
Fui aos correios e levantei uma encomenda. O carteiro olhou
para os botões de ouro que trazia na camisa.
Fui parado.
Revistado.
encanaram-me por causa deles. dos botões.
ensanguentados. na encomenda as nadegas dela e a faca com que as cortara.
do TXT
posted by Artur Zetes
1:41 AM
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