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::: Artur Zetes .Online.
Terça-feira, Dezembro 02, 2003
 

como eu fui apanhado!

um poema célere não
é mais que um
amontoado
de poehmash

aquele
vão de escada onde a puta se deita
e onde eu fico à espera

à espera
à esperrrraa
puta de merda.

espero que ela esteja lá.

quando caiu das escadas sabia que o perderia. Puta de merda.

Fui aos correios e levantei uma encomenda. O carteiro olhou
para os botões de ouro que trazia na camisa.
Fui parado.
Revistado.

encanaram-me por causa deles. dos botões.
ensanguentados. na encomenda as nadegas dela e a faca com que as cortara.

do TXT

posted by Artur Zetes 1:41 AM